As espécies exóticas invasoras são consideradas aquelas que tem origem fora do seu ecossistema natural, ou seja provém de outros lugares e se instalam e áreas onde elas não ocorrem naturalmente. Devido a isso essas espécies podem ter melhor acomodação devido a ausência de competição ou predadores, podendo assim a proliferar sem controle prejudicando o equilíbrio do ecossistema e as demais espécies nativas.
Além
disso, invasão de espécies exóticas tem consequências sérias no representando
riscos a saúde, economia e conservação da vida.
O
mexilhão-dourado (Limnoperna fortunei)
é um molusco bivalve, aquático, nativo do sul da Ásia, ele foi introduzido no
Brasil através do deslastramento de navios mercantes, atualmente é considerada uma
praga nas bacias do Paraná, Paraguai, Uruguai e Bacia Jacuí/Patos.
Enquanto
espécie invasora, o mexilhão representa uma ameaça à fauna e à flora aquáticas.
Onde se dissemina, o molusco passa a ocupar o lugar de espécies nativas. Todo o
ecossistema começa a ser alterado com a presença do invasor.
Esse
animal também pode causar grandes prejuízos econômicos as hidrelétricas devido
a capacidade de se instalar em variados tipos de substratos.
Para
o monitoramento da ocorrência, desse bivalve foram colocados tijolos amarrados
em cabos de aço em pontos estratégicos na área de influência da PCH, esses são
vistoriados com frequência.
Nas imagens a seguir, pode-se observar a ações de monitoramento quanto a ocorrência de mexilhão-dourado na PCH Rondinha.

Profissionais realizando vistoria dos equipamentos de monitoramento do L. fortunei instalados na área de influência da PCH Rondinha.
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